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Entrevista com o guitarrista Allan Harbas

https://twofunnelsaway.com/spocket-pricing/ Allan Harbas é especializado em Guitarra Flamenca desde 1999 com os guitarristas Fábio Nin, Mara Lucia Ribeiro, Agustin Carbonel (El Bola), Fernando de la Rua e Rafael Moralez, estes últimos em terras espanholas onde viveu um ano para se aprofundar mais nas modalidades desta arte, acompanhamento de canto, baile e solo. 

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Buy Carisoprodol Online Acompanhou, em cursos e shows, vários artistas do cenário flamenco espanhol, como Pol Vaquero, Inmaculada Ortega, Domingo Ortega, Rafaela Carrasco, Belén Fernandez, Alfonso Loza, Nino de los Reyes, David Paniagua, Carmen La Talegona e Talegon de Cordoba.

Order Soma Online Trabalha fixo com artistas do cenário flamenco do Rio de Janeiro, como Grupo Toca Madera, Cia Maria Thereza Canário, Cia de Arte Flamenca.

Buy Carisoprodol Online Recentemente, criou o projeto “Guitarras Sem Fronteiras”, no qual dá aulas de guitarra via skype para qualquer aluno do Brasil. Nesta entrevista, Allan fala sobre este projeto e sobre a sua formação e suas referências no universo Flamenco. 

Ambien Buy Online https://doc-t.net/stretching/ FRJ: Como e quando você se interessou pela música? E em que momento decidiu tocar flamenco? Qual dos dois veio primeiro: a música ou o flamenco?
Allan:
Foi na escola, no período do ginásio, mais ou menos com 13 anos, quando escutei o Led Zeppelin, aí comecei a tocar violão e guitarra elétrica. Logo depois escutei o Paco de Lucia, e foi quando comecei a me interessar pelo flamenco, mas só para escutar. Tocar flamenco mesmo, foi muito depois.

https://clinicacyrne.com/cirurgia-guiada-de-implantes/ Order Ultram Online FRJ: Em algum momento da sua vida, você teve dúvida se queria seguir a música ou não?
https://tajschoolofhealth.com/treatments/ Allan: Sim! muitas vezes!!!! (risos) Mas acho que sou um pouco teimoso, por isso segui!

https://www.wearabledynamics.com/vital-spark/ Purchase Xanax Without Prescription FRJ: Como foi o seu estudo da música flamenca? Quem foram seus principais maestros?
https://mcmeng.com/paul-bade/ Allan: Eu comecei com o Fábio Nin, depois com a Mara Lúcia, foi onde tive toda a base correta do que era flamenco. Então, depois, estudei com o Agustin Carbonel “El Bola” que veio morar aqui no Rio neste período, e daí fui para a Espanha e fiz aula com alguns guitarristas, sendo que os mais importantes foram o Rafael Morales e o Fernando de la Rua.

Purchase Klonopin Online Buy Clonazepam Without Prescription FRJ: E que músicos (ou outros artistas) você toma como referência para o seu trabalho?
Allan:
São vários! Cada um com uma característica específica. Alguns exemplos: Paco de Lucia, Tomatito, Moaraíto e Ramón Jimenez. Alguns mais antigos como Sabicas, Ramón Montoya… É muita gente, não só guitarrista, mas cantaores e bailaores também.

https://clinicacyrne.com/cirurgia-guiada-de-implantes/ FRJ: Você passou uma temporada trabalhando no Japão. Conte um pouco como foi essa experiência.
Allan: Foi muito bom como experiência de vida e artística! Os pontos mais importantes foram o contato e a vivência com uma cultura totalmente diferente da nossa e poder estar trabalhando todos os dias literalmente com o flamenco.

FRJ: Que dificuldades você acha que o músico flamenco ainda encontra no Brasil?
Zolpidem Online Order Allan: Bem, não só o músico de flamenco, mas qualquer músico, independente do estilo, esbarra no problema da valorização da arte de um modo geral aqui neste país. Para o povo brasileiro arte não é profissão e sim hobby, e romper este preconceito é o grande desafio para nós, artistas hoje.

https://flamengi.cat/contacte/ FRJ: Você e Tiza Harbas criaram o Alma Flamenca em 1999. O que motivou vocês na criação desse projeto e que resultados vocês já obtiveram com ele?
https://newzpad.com/the-best-black-friday-2022-tech-deals/ Allan: O motivo foi a união de profissionais para gerar um ambiente de trabalho, e com esta união todos nós crescemos muito, e com isso o flamenco aqui no Rio cresceu muito também. Bem, acho que o objetivo maior foi conquistado, que é um nível altíssimo dos profissionais que atuam aqui no Rio. Nós criamos, mas este projeto só se realizou por causa da contribuição de cada amante e praticante desta arte, que vestindo a camisa do projeto e comprando cada ideia, contribuiu para esta realização.

FRJ: Há pouco tempo, você criou o projeto Guitarra Sem Fronteiras para dar aulas via skype. O que te motivou a criar esse projeto e como está sendo o retorno do público?
Allan: O motivo foi justamente tentar levar esta arte a lugares onde não existem profissionais trabalhando, o que impossibilita a muita gente que tem um interesse muito grande, mas devido a vários fatores não pode se deslocar com frequência para lugares onde estão estes profissionais.
O retorno está sendo ótimo! Mesmo com muitas limitações que existem nesta aula via Skype, os alunos estão satisfeitos e o mais importante, que é terem uma orientação correta do caminho a seguir dentro do flamenco.

Order Xanax No Prescription Mais informações sobre Allan Harbas:
Site Alma-Flamenca
Site Guitarra Sem Fronteiras

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